Todas as poesias

Edição 2025 · Ensino Médio · 2º EM

Teogonias de Nix

Arthur Costa

Caminho a sentar-me no Solo úmido Apoiando o diário branco em meu colo Assemelhando-me a ácido teólogo Colocando em pauta a ponta de meu lápis túmido Abordar-te em linhas lúcidas, como sempre Crente, eu, a embriagar-me em seu branco Luar Caos, malévolo, mudança-te fez após o ciclo Solar Ainda assim, alheio-me ao teu olhar pelas lentes. Inerente à escuridão ao seu redor Junta de seus apagados mantos negros Lendo Gaia como a melhor Movimentando a noite por inteiros No horizonte vendo o azul de mesclar Observo-te partir Pobre, eu, presencio seu andar Querendo de Apolo sumir Subitamente me levanto, observando a mudança, um mix Observando o fim com louvor Não passando de humano, amador Boa noite, Nix